Folclore
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    O folclore da região, assim como o de todo o Brasil, é riquíssimo e curioso.
   Os nativos contam estórias fantásticas.
 
    A Caipora - é um ser o qual eles juram existir nas matas locais, contam que ao ouvir um "piado" a pessoa fica enganbelada (fascinada) e, atraídas, começam a embrenhar-se mato adentro, consequentemente, se perdendo. Segundo os contadores desses "causos", somente será desencantada a pessoa que pegar num dente de alho. Portanto, ande sempre com o seu!
   
    O Biatatá - dizem se tratar de uma bola de fogo saltitante que margeia os manguezais, assustando os pescadores. Se um dia você encontrá-lo, não hesite! Saia correndo!!
 
    O Lobisomem - uma mulher que parir 7 filhos (todos homens), o mais velho deles, fatalmente, todas as sextas-feiras com noites de lua cheia, se transformará em Lobisomem, procurando seu alimento preferido: casca de siri.
 
    O Vovô d' água - tem a forma de humanóide anã e fica com os braços e mãos cobrindo o rosto, permanecendo todo encolhido, e ninguém consegue tirar suas mãos para vê-lo. O pescador que conseguir pegá-lo em sua rede de arrasto, terá de devolvê-lo ao mar, pois, se não o fizer, certamente será amaldiçoado e corre o risco de não conseguir mais pegar peixes. E se o pescador amaldiçoado insistir em pescar sozinho, o vovô d' água irá matá-lo.
 
    Mãe d' água -  é uma sereia que habita a Ilha da Pedra Furada.  Os nativos, em especial os pescadores, reservam uma data para presenteá-la e pedir proteção.
 
    Peixe gigante - o peixe que engoliu uma mulher inteirinha e quando foi pescado, lá estava a mulher... intacta!