
The "Cosmic Frontier" Essays ©
COLHEITA
SANGRENTA
A REALIDADE DAS
MUTILAÇÕES DE GADO E DE SERES HUMANOS, PERPETRADAS POR EXTRA-TERRESTRES.
ou
RAZÕES SUFICIENTES PARA
REVER A POSIÇÃO 'CONFIANTE EM RELAÇÃO AOS ET'S
A
síndrome da mutilação de gado é um fenômeno que se caracteriza pelo encontro de
animais mutilados e mortos em propriedades rurais, sem que se encontrem sinais
físicos dos responsáveis pelas mortes, isto é, sem pegadas, sem vegetação
amassada, sem marcas de veículos, nem marcas na neve, no inverno, e que tem sido relacionado com a presença de
UFOs por diferentes investigadores dedicados à sua explicação.

Em todos os casos de mutilação de gado que
foram estudados verificou-se que o sangue havia sido completamente drenado do
sistema circulatório dos animais,
embora não houvessem sinais de sangue na parte externa do corpo ou no chão. Incisões feitas com precisão cirúrgica em
partes bem determinadas do corpo apresentam características inusitadas,
indicativas do uso de tecnologias ainda hoje inexistentes na medicina, e menos
ainda quando as mutilações começaram, antes de 1970.



Partes
diversas do corpo aparecem arrancadas -- normalmente órgãos sensoriais (olhos e
ouvidos internos), a língua, as glândulas da garganta, glândulas mamárias, as
partes sexuais, o umbigo, o intestino grosso
-- tirados de um modo que sugere o uso de instrumentos semelhantes a bisturis a
laser, e aspiradores circulares, desconhecidos na medicina.


De
1960 em diante começaram a ouvir-se rumores sobre o encontro de corpos humanos
mutilados de modo semelhante, histórias de horror rapidamente descartadas como
desinformação proposital ou matéria sensacionalista.
Este
assunto, geralmente considerado como algo de muito mau gosto, veio de novo à
tona em 1988 quando o grupo aberto de discussão da Skywatch International, na
Internet, publicou um texto curto, supostamente baseado num relatório secreto relatando a morte de
um sargento especialista (E-6) da Força Aérea
americana chamado Jonathan P. Louette, levado para bordo de um UFO no
campo de provas de mísseis de White Sands, em
Março de 1976.
De
acordo com o suposto relatório, seu corpo nu foi encontrado três dias depois
estendido no meio do deserto, horrivelmente mutilado: a língua tinha sido
arrancada desde o fundo da garganta; os olhos, removidos; os órgãos genitais e
o anus, até a altura do cólon, removidos, "como se retira um
tampão". O relatório de autópsia
afirmava que o sangue havia sido completamente drenado do corpo.
No
ano seguinte o então responsável pela direção da seção regional do MUFON
(Mutual UFO Network) do Estado americano de Iowa, de nome Donald Ecker,
investigou a história do achamento de um corpo de um homem, em um lugar remoto
da região de Bliss, Idaho, com extensas mutilações na face, e excisão completa
das partes sexuais e outros órgãos abdominais.
Durante
a investigação Ecker encontrou uma generalizada e quase absoluta predisposição
de abafar a história toda, inclusive entre os chamados
"ufólogos", já
suficientemente divididos entre os que vêem os extraterrestres como os arautos
da "Nova Era", e os que acham que eles são, nada mais, nada menos, do
que demônios precursores do Apocalipse.
Poucos anos mais tarde falou-se no caso de um corpo mutilado de forma
semelhante, ocorrido em 1994, na Nova
Zelândia, conforme relatado por Karen Lyster
em http://www.geocities.com/CapitolHill/Congress/2301/humanmute.html onde Karen vem contando há alguns anos, sem maiores
repercussões, esta outra história bizarra de arrancamento do anus, como se
fosse uma rolha, de remoção não
sanguinolenta das partes sexuais, e uma vívida descrição da retirada de massa
muscular das paredes do tórax, por um
método que deixava buracos redondos como os que seriam feitos por um cortador
circular de biscoitos, de cerca de 2 polegadas de diâmetro, pelo que conseguiu
observar das fotografias -- das quais
ela não pôde, infelizmente, obter cópias -- que lhe foram mostradas por um médico muito abalado, que desejava
saber se, em sua opinião, aquelas feridas eram semelhantes às das mutilações de
gado que ela tinha tido ocasião de estudar.
A
compulsão de negar a realidade das mutilações humanas -- como se fossem
"tabu" -- é de tal ordem, que mesmo a investigação extremamente bem
conduzida e documentada pela "ufóloga" brasileira Encarnación Zapata Garcia, sobre o chamado "caso da represa de
Guarapiranga", no Brasil, em 1992,
caiu no vazio, como se não houvesse ocorrido.
A
história desta pesquisa foi trazida a público pela Internet,
há alguns anos atrás, por G. Cope Shellhorn, mas logo perdeu-se no ruído.
No
entanto, o que transforma o "caso Guarapiranga"em algo absolutamente
especial é o fato de que, embora o corpo tenha sido encontrado, como os antes
referidos, em um local isolado, este achava-se em uma pequena ilha dentro de um
reservatório dentro da cidade de S. Paulo, uma das mais modernas e bem
aparelhadas cidades do mundo, de modo que bem pouco tempo depois que o corpo
foi encontrado, ele foi examinado pelo destacamento adequado de policiais,
fotografado de muitos ângulos e posições -- antes e depois da remoção -- e mais
tarde autopsiado por peritos forenses cujo relatório -- mostrado aquí e comentado adiante -- testemunha o seu
desamparo diante da estranheza e inexplicabilidade dos ferimentos infligidos à
"vítima de assassinato" que eles tinham sido chamados
a examinar.
ATENÇÃO POR
FAVOR: UM CONJUNTO MUITO CHOCANTE DE
FOTOGRAFIAS FORENSES SERÁ MOSTRADO NAS PRÓXIMAS PÁGINAS. NÃO SE RECOMENDA QUE SEJAM VISTAS POR
PESSOAS SENSÍVEIS OU IMPRESSIONÁVEIS.