The "Cosmic Frontier" Essays ©
COLHEITA
SANGRENTA
(continuação)
Na verdade, em todas as partes do corpo achado em Guarapiranga foram
encontrados os mesmos tipos peculiares de incisões e excisões que caracterizam
as mutilações de gado: olhos e ouvidos removidos como se tiram rolhas, remoção
dos lábios e de tecido das mandíbulas, esvaziamento da cavidade da boca, remoção
das glândulas sexuais e do intestino...
Foto #1

Pode-se ler no
relatório de autópsia:
"EXAME EXTERNO: Observamos:
1) Remoção com talho em bisel de pavilhão auricular com sinais de
esvaziamento em partes moles; 2) remoção parcial de pavilhão auricular,
esquerdo, com sinais de reação vital;
3) enucleação de globos oculares, direito e esquerdo, com sinais de sangue nas
cavidades orbitais"
Fazendo o resumo
da remoção ou do esvaziamento de outras partes:
"16) Observamos o esvaziamento
das regiões orbitárias direita e esquerda, cavidade oral, faringe,
orofaringe, região cervical, região
axilar direita e esquerda, abdome, pequena bacia, região inguinal direita e
esquerda".
Foto #2

A referência à "reação vital" significa que os
ferimentos foram feitos em um corpo vivo, não sobre um cadáver. A mesma informação se repete em outras
partes do relatório, por exemplo:
"8) Em região axilar direita e
esquerda, apresenta solução de continuidade circular [orifício circular], com
diâmetro de 4 centímetros, com margens uniformes e sinais de reação vital,
e com esvaziamento de partes moles".
"21) Na cavidade abdominal e
pequena bacia, ausência de órgãos com remoção de todas as vísceras abdominais
evidenciando arrancamento de órgãos e com reação vital".
Os sinais mais evidentes de "reação vital" são os hematomas
negro-azulados (formados pelo derramamento subcutâneo de sangue) que podem ser
vistos claramente como uma máscara em volta dos olhos, bem como ao redor das
orelhas, sob o queixo, como uma marca retangular em torno do orifício perto da
axila direita...
Foto #3

... e em volta
de orifícios semelhantes, com bordas regulares, que podem ser vistos claramente
no umbigo e perto da virilha, na coxa esquerda, que parecem produzidos por um
instrumento parecido com os usados para cortar biscoitos redondos.
Foto #3a

Um extenso hematoma pode ser também observado ao longo de todo o
comprimento do pênis, muito machucado e visivelmente esticado, que não foi
retirado como o saco escrotal, mas apresentava-se com a uretra (cujo extremo
pode ser visto como um ponto vermelho na foto) muito dilatada, sugerindo que a próstata tenha sido retirada
por esta via.
Foto #4

O boletim oficial de ocorrência diz que o corpo foi encontrado estendido
no solo úmido desamarrado e sem qualquer sinal de que houvesse sido preso por
cordas ou correntes. [O pedaço de corda
encontrado preso ao braço direito durante a autópsia foi colocado durante a
remoção, para prender o corpo à padiola, visível na próxima foto]. Não havia sinais de luta nem indicações da
presença de outras pessoas na ilha.

A possibilidade de que uma carnificina desta ordem tenha sido infligida
sobre uma vítima viva, talvez paralisada, traz à memória a história relatada
por Linda Moulton Howe sobre um touro mutilado, encontrado em 1981, no
Colorado, com traços secos da exsudação que saiam das cavidades de ambos os
olhos removidos, escorridos ao longo do focinho de uma forma que só poderia
haver ocorrido se o animal estivesse de pé, o que significa que quem quer que
haja arrancado seus olhos, removido sua língua, as partes sexuais e o reto, fez
tudo isso com o animal ainda vivo, provavelmente paralisado e levantado sobre
os próprios pés.
Uma coisa incrível e completamente absurda: quem neste mundo seria
suficientemente inumano para fazer algo assim a um animal imobilizado e
consciente?
E no entanto, agora, temos o registro oficial de uma pessoa humana
submetida ao mesmo tipo de tratamento enquanto ainda viva. Seria possível que ela estivesse consciente,
durante a mutilação?
A
abaladora resposta, dada pela autópsia, é um seguro e contundente sim !
"EXAME INTERNO: ...depois de abrir a cavidade craniana segundo
a técnica de Griessinger, observamos: 17) calota craniana íntegra; 18) edema
cerebral ".
Num caso como este, a presença de edema cerebral não originado por
trauma direto é uma forte indicação de morte agônica. Confirmando isso, a CONCLUSÃO da autópsia explicitamente
estabelece como causa mortis (causa da morte):
"...hemorragia aguda em múltiplos
traumatismos. Há também componente de causa mortis por estímulo
vagal" [implicando em parada
cardio-respiratória causada por extrema dor].
Em seguida:
"Esta
vítima apresenta lesões com características de reação vital, ou seja, há
componente de tortura. O quadro é sugestivo de modus operandi a incisão em partes moles e em orifícios
naturais, mediante aspiração".
Fotos #5 e #5a


"23) As visceras torácicas (i.e.,
órgãos não abdominais) estavam em seus lugares normais ".
A despeito do fato de que o sistema vascular estava praticamente drenado
de todo o sangue, não havia sinais de hemorragia no corpo, nem no local em que
ele foi achado.
Um dos médicos que fez parte da autópsia comentou a incoerência do fato
de que a vítima estava usando um calção (estranhamente sem uma gota de sangue,
sequer) quando foi achado, de modo que quem quer que tenha sido responsável
pelo crime suspendeu o calção, depois da carnificina.
Ele declarou que o que o confundia mais que qualquer coisa era o modo
pelo qual tamanha quantidade de massa muscular e nódulos linfáticos puderam ser
retirados através de pequenos orifícios (como pode ser claramente visto nas
Fotos #3 e #4, perto das axilas e da
virilha) sem rasgar o tecido conectivo que se liga à pele.
Mas tudo isso não passa de irrelevante detalhe se comparado com a
realidade das mutilações em si mesmas -- impossíveis de serem negadas, neste
caso.
Tem havido tentativas de desmoralizar a questão atribuindo as mutilações
ao trabalho de camundongos, reforçadas por declarações de pessoas que dizem lembrar-se
que viram urubus pousados no solo, antes da retirada do corpo, há muitos anos
atrás, mas o fato concreto é que neste caso temos um corpo que foi examinado
por profissionais especializados em medicina forense, que certamente seriam
capazes de reconhecer a diferença entre ferimentos aleatoriamente produzidos
por animais e incisões deliberadas, artificialmente produzidas por
instrumentos.
Graças a isto no caso Guarapiranga existe um documento oficial
descrevendo os ferimentos e claras fotografias que permitem comparação, porque desta
vez o investigador conseguiu obter cópias das fotos, finalmente.
E ao longo de todo o relatório de autópsia, a artificialidade e a
deliberação cirúrgica das incisões são claramente descritas, por exemplo:
"10) Incisão, alongada
elíptica, com diâmetro de três por um e meio centímetros em prega inguinal,
esquerda."
"14) Remoção do orifício
anal com ampla incisão, de
formato alongado, ovalada e diâmetro com cerca de quinze por oito
centímetros". Etc, etc ...
Assim, neste
caso, não há como fugir da conclusão definitiva que sempre resulta de uma
proposição binária do tipo OU / OU:
OU:
Um bando de ufólogos brasileiros, absolutamente loucos e desumanos,
desenvolveu equipamento especializado destinado a imitar as "mutilações de
gado" [que continuam inexplicadas], e mataram uma vítima inocente,
seguindo de perto um programa destinado a apoiar a suposta
"mutilação" do Sgt. Louette, em White
Sands;
OU:
O corpo horrivelmente mutilado da vítima brasileira é um fortíssimo
testemunho da verdade dos casos do Sgt. Louette, do mutilado da Nova
Zelândia, e de muitos outros,
significando que precisamos encarar a dura realidade destes fatos, quanto mais
cedo melhor.
Sendo assim, somos forçados a reconhecer que a impossibilidade de
proteger o planeta contra este tipo de criaturas, friamente sanguinárias, é uma
das fortes razões porque está sendo mantida encoberta, por tanto tempo, a verdade
sobre a presença dos extraterrestres entre nós.
E que esta política, diante das circunstâncias, é algo muito fácil de defender.
Desde
7 de Agosto de 2001